No universo empresarial, onde a confiança e a reputação pesam tanto como a competência técnica, surge sempre a mesma dúvida quando falamos de marca: “afinal, qual é a diferença entre branding e rebranding?”

A resposta é simples, mas o impacto no negócio não podia ser maior. E, antes de irmos ao detalhe, deixemos algo claro à partida: se a sua empresa já existe, não precisa de branding. Precisa de rebranding

O branding é necessário apenas para as empresas que ainda não têm uma marca estruturada.

Neste artigo, explicamos exatamente o que distingue cada processo e as razões pelas quais esta diferença é tão importante para empresas que querem diferenciar-se no mercado.

Afinal, o que é branding?

O branding pode ser definido como a criação de uma marca do zero. Ou seja, é o processo que define:

  • Quem é a empresa;
  • Como quer ser vista;
  • Qual é a sua proposta de valor;
  • Qual é a mensagem que transmite;
  • Como se apresenta visual e verbalmente ao mercado.

O branding é indicado para negócios que estão a nascer ou que nunca tiveram uma identidade estruturada. Podemos dizer que estamos perante a criação da base da empresa: posicionamento, narrativa, identidade visual, tom e coerência.

E o rebranding?

Quando falamos em rebranding, referimo-nos à atualização, modernização e reposicionamento de uma marca que já existe e que já não representa a imagem que a empresa quer transmitir. E isto acontece mais depressa do que parece.

Muitas empresas crescem, expandem as suas capacidades, conquistam certificações, investem em maquinaria, abrem mercados, mas continuam presas a uma marca que já não comunica essa evolução. Mais de 80% dos decisores reconhecem que a marca precisa de evoluir de forma contínua para refletir credibilidade e competitividade. Neste sentido, quando existe expansão, diversificação ou mudanças estratégicas, 60% das organizações optam diretamente por um rebranding para alinhar perceção e realidade.

O rebranding existe para corrigir essa desadequação. É o que permite que a perceção externa acompanhe a realidade interna. Serve, então, para:

  • Modernizar a identidade visual e o discurso;
  • Clarificar a oferta e a diferenciação;
  • Alinhar marketing e vendas;
  • Reforçar a autoridade junto de decisores;
  • Elevar a marca à dimensão real do negócio.

Em setores de atividade onde a perceção influencia a decisão, um rebranding bem feito não é estética: é competitividade.

Para ilustrar este ponto, pode ver este exemplo de rebranding: como a marca era antes e como passou a comunicar depois. A diferença não é apenas visual. É estratégica.

 

 

De uma forma direta, podemos dizer que o branding constrói uma marca. O rebranding, por sua vez, atualiza uma marca existente. Não são opções alternativas. Não é uma questão de escolha. A pergunta correta é “em que momento está a minha empresa?”.

Como saber se o seu negócio precisa de rebranding?

A maioria das empresas que precisam de um rebranding tendem a apresentar os mesmos sinais:

  • A marca está desatualizada e antiquada;
  • A marca transmite menor dimensão do aquela que a empresa realmente tem;
  • A oferta é difícil de explicar;
  • A concorrência comunica melhor, mesmo quando não entrega um trabalho de valor acrescentado;
  • A equipa sente que a marca não vai ao encontro do discurso comercial;
  • É difícil atrair talento qualificado;
  • O negócio evoluiu, mas a identidade não o acompanha.

Se algum destes pontos soa familiar, não precisa de branding. Precisa, sem dúvida, de rebranding.

O impacto no negócio é maior do que parece

Quer o branding, quer o rebranding influenciam diretamente várias situações:

  • A qualidade das leads;
  • A taxa de vitória em propostas;
  • A perceção de capacidade técnica;
  • A confiança transmitida ao mercado;
  • A facilidade (ou dificuldade) em atrair talento;
  • A competitividade em setores exigentes.

Por isso, uma marca desatualizada não é só “pouco atrativa”. É um risco comercial. E custa mais dinheiro à empresa do que qualquer investimento em rebranding.

Dica extra: Se está a ter dificuldade em atrair ou reter talento, o problema pode estar na marca. Equipas fortes querem trabalhar para empresas fortes e a identidade visual e verbal é, muitas vezes, o primeiro filtro.

Na SUBA – The Growth Agency, tratamos o branding e o rebranding como processos estratégicos orientados ao negócio. Não desenhamos marcas por estética. Desenhamos marcas que:

  • Reforçam autoridade;
  • Reduzem objeções;
  • Alinham equipas;
  • Facilitam vendas;
  • Posicionam a empresa onde esta realmente pertence.

Quer perceber quais são as necessidades da sua empresa?

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